O novo curso da ESCAS foi criado para responder a uma demanda crescente do setor ambiental por profissionais capazes de planejar, implementar e interpretar programas de monitoramento utilizando metodologias modernas, não invasivas e baseadas em evidências.
Com a rápida evolução de ferramentas como gravadores autônomos, câmeras trap, drones equipados com câmeras térmicas e recursos de inteligência artificial, o monitoramento da fauna terrestre tornou-se mais preciso, eficiente e estratégico para pesquisas científicas, consultorias ambientais, licenciamento, restauração ecológica e gestão territorial. Este curso oferece uma formação atualizada para quem deseja acompanhar essa transformação e aplicar essas tecnologias em projetos reais.
Os participantes aprenderão a selecionar os métodos mais adequados para diferentes objetivos de monitoramento, elaborar delineamentos amostrais, organizar e analisar grandes volumes de dados e transformar informações em conhecimento para apoiar a conservação da biodiversidade e a tomada de decisão.
Como atividade integradora, cada participante desenvolverá uma proposta de monitoramento aplicada a um cenário real, consolidando os conhecimentos adquiridos durante a formação.
Uma formação conectada aos desafios atuais da conservação.
Como principal frente educacional do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, a ESCAS desenvolveu este novo curso reunindo especialistas que atuam diretamente em projetos de pesquisa e conservação da biodiversidade em diferentes biomas brasileiros.
Mais do que apresentar ferramentas, a formação conecta ciência, tecnologia e prática profissional, preparando os participantes para utilizar sistemas modernos de monitoramento em diferentes contextos de atuação.
Se você busca atualização profissional e deseja dominar as tecnologias que estão redefinindo o monitoramento da biodiversidade, este lançamento da ESCAS é a oportunidade para ampliar seus conhecimentos e fortalecer sua atuação no setor socioambiental.
Matrículas abertas
| Temas | Datas e horários |
1) Introdução ao monitoramento da biodiversidade
| 8/10 19h às 22h
|
2) Métodos não invasivos de monitoramento da biodiversidade
| 15/10 19h às 22h
|
3) Monitoramento Acústico Passivo I
| 22/10 19h às 22h |
4) Monitoramento Acústico Passivo II
| 29/10 19h às 22h |
5) Monitoramento Acústico Passivo III
| 5/11 19 às 22h |
6) Monitoramento fotográfico I
| 12/11 19 às 22h |
7) Monitoramento fotográfico II
| 19/11 19 às 22h |
8) Monitoramento com drone e câmera térmica
| 26/11 19 às 22h |
| 9) Apresentação de projeto Discussões e seminários de apresentação de projetos desenvolvidos pelos alunos. | 3/12 19 às 22h |
Profissionais, pesquisadores e estudantes que atuam ou desejam atuar com monitoramento da biodiversidade, conservação da natureza e gestão ambiental, buscando atualizar seus conhecimentos sobre as principais tecnologias e metodologias aplicadas ao monitoramento da fauna terrestre.

Doutor em Sustentabilidade Social e Desenvolvimento pela Universidade Aberta de Portugal, mestre em Ciências Ambientais e Sustentabilidade pela Universidade Federal do Amazonas. É um dos coordenadores da ESCAS/IPÊ. Está no IPÊ desde 1995. Em 2000, iniciou as atividades do IPÊ no Baixo Rio Negro/Amazonas, onde permaneceu até 2008.

Mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável (ESCAS-IPÊ)
Biólogo (FMU-SP), especialista em Gestão Ambiental Integrada (PUC-MG) e em Desenvolvimento e Sustentabilidade (FMU-SP) e Mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável (ESCAS-IPÊ). Atua como Analista de Biodiversidade no Laboratório de Inteligência Socioambiental (LIS), associado ao Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), onde desenvolve análises de paisagem e modelagens ecológicas com base em dados obtidos por metodologias avançadas de monitoramento da biodiversidade, como DNA ambiental (eDNA) e monitoramento acústico passivo para a conservação da biodiversidade e gestão territorial sustentável.

Bióloga e pesquisadora no Programa de Conservação do Mico-leão-preto do IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas, possui mestrado em Evolução e Diversidade pela Universidade Federal do ABC (UFABC), e doutorado em Ecologia pela Universidade de São Paulo (USP). Sua atuação é voltada ao desenvolvimento e aplicação de métodos de monitoramento não invasivo para a conservação da biodiversidade, com ênfase no monitoramento acústico passivo, armadilhas fotográficas e ferramentas de detecção automatizada. Desenvolve pesquisas em ecologia e conservação da fauna, integrando bioacústica e comportamento animal para compreender a distribuição, o uso do habitat, e ecologia especialmente do mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus).

Ecólogo pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) com duplo mestrado, um em Biologia pela University of Miami (UM), EUA, e outro em Ecologia e Biodiversidade pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), Brasil e MBA em Ciência de Dados e Analytics pela Universidade de São Paulo (ESALQ-USP). Tem se dedicado a estudar como os impactos antropogênicos influenciam populações ecológicas, comunidades e processos ecossistêmicos especialmente na persistência e conservação de espécies ameaçadas. Atua como analista de dados na Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira (INCAB - IPÊ).

Biólogo, mestre em Genética e Melhoramento pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), doutor em Ecologia (Conservação e Manejo da Vida Silvestre) pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pós-doutor em Antropologia pela University of Wisconsin–Madison (EUA). É professor titular do Departamento de Engenharia Florestal da UFV e coordenador do Centro de Conservação dos Saguis-da-Serra, além de atuar como orientador em programas de pós-graduação nas áreas de Ciência Florestal, Ecologia e Biologia Animal. Coordenador para o Brasil do IUCN SSC Primate Specialist Group e a vice-presidência de Comunicação da International Primatological Society (2025–2029). É membro-fundador do Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica (IPEMA) e do Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB), onde atua como conselheiro científico.

Bióloga, doutora em Ecologia, Evolução e Biodiversidade (UNESP), especialista em Manejo de Espécies Ameaçadas (Durrell Conservation Academy/University of Kent) com MBA Internacional em Gestão de Projetos (FGV). Coordenadora do Programa de Conservação do Mico-leão-preto no Instituto de Pesquisas Ecológicas desde 2013, trabalho pelo qual foi premiada com o Whitley Award 2020, considerado o Oscar da Conservação. Realiza pesquisas com foco nos primatas da Mata Atlântica, tendo pesquisado a ecologia do movimento de micos-leões-pretos para compreender os padrões de movimento e o gasto energético dessa espécie em paisagens alteradas pela presença humana.

Coordenadora da Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira (INCAB-IPÊ)
Doutora em Manejo de Biodiversidade pelo Durrell Institute of Conservation and Ecology (DICE)/ University of Kent (Inglaterra), mestra em Ecologia, Conservação e Manejo de Vida Silvestre pela UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais, engenheira florestal pela Esalq/USP. Patricia é coordenadora da INCAB/IPÊ – Iniciativa Nacional para Conservação da Anta Brasileira e presidente do Tapir Specialist Group (IUCN). Entre uma série de prêmios conquistou: Whitley (2008), National Geographic Society for Leadership in Conservation (2019) e o Gold Award Whitley (2021).

Mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável pela (ESCAS – IPÊ)
Ecóloga pela UNESP, bióloga pela Faculdade de Educação São Luís, Jaboticabal (SP) e Mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável pela (ESCAS – IPÊ). Atualmente pesquisadora no IPÊ e responsável pelo monitoramento da restauração ecológica com base em indicadores envolvendo Carbono, Clima e Biodiversidade no âmbito do Projeto ARR Corredores de Vida – Pontal do Paranapanema (SP).
Modal Conteudo
Inscrições abertas
R$ 621,00


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