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Como abordar a crise climática em sala de aula sem gerar medo: estratégias para transformar informação em consciência, participação e ação dos estudantes.
A educação climática precisa fazer parte da rotina escolar e ser trabalhada de acordo com a idade dos alunos, conectando os impactos ambientais que eles vivenciam com ações possíveis de transformação. O artigo mostra como professores podem abordar a crise climática sem alarmismo, usando exemplos do território, atividades práticas e projetos que estimulam o protagonismo dos estudantes. Da educação infantil ao ensino médio, a proposta é transformar preocupação em conhecimento, responsabilidade e capacidade de agir diante dos desafios climáticos.
Entenda como é a rotina de quem trabalha com Biologia da Conservação, quais atividades fazem parte do dia a dia e que competências são essenciais para seguir carreira na área.
Trabalhar com Biologia da Conservação vai muito além das atividades de campo. Neste artigo, você conhece as principais frentes da profissão — monitoramento e coleta de dados, análise de informações, produção de relatórios técnicos e relacionamento com comunidades — e entende onde esses profissionais atuam, quais habilidades o mercado exige e como se preparar para construir uma carreira voltada à proteção da biodiversidade.
Como a ciência, a tecnologia e os dados ajudam a proteger espécies e ecossistemas antes que a perda se torne irreversível.
O monitoramento da biodiversidade é essencial para entender as mudanças na natureza, identificar ameaças e orientar ações de conservação. Com o uso de tecnologias como armadilhas fotográficas, bioacústica, DNA ambiental e drones, pesquisadores transformam dados em decisões capazes de proteger espécies, ecossistemas e os serviços naturais que sustentam a vida e a economia.
O Brasil se prepara para colocar o mercado regulado de carbono em operação: consulta pública define os setores que entrarão no SBCE a partir de 2027 e abre uma janela estratégica para profissionais e empresas se prepararem.
O Ministério da Fazenda abriu consulta pública sobre a cobertura setorial do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), definindo quais setores estarão sujeitos ao monitoramento, relato e verificação (MRV) de emissões e em que ordem. A primeira etapa está prevista para 2027 e inclui setores como papel e celulose, ferro e aço, cimento, alumínio, petróleo e gás, refino e transporte aéreo. Outras atividades entram em 2029 e 2031. As contribuições podem ser enviadas até 28 de agosto de 2026, e a regulamentação final é esperada ainda este ano. O cenário reforça a importância de profissionais preparados para atuar com inventários, monitoramento, certificação e projetos de carbono antes que as novas exigências regulatórias entrem em vigor.
Como ciência, educação ambiental e participação comunitária ajudaram a reencontrar e proteger a serpente mais rara do mundo.
A publicação conta a história da jiboia-do-ribeira, espécie endêmica da Mata Atlântica que passou mais de 60 anos sem ser encontrada viva. O texto mostra como o envolvimento das comunidades locais, o monitoramento científico e uma pesquisa de mestrado da ESCAS/IPÊ vêm ampliando o conhecimento sobre a espécie e transformando dados de campo em ações práticas de conservação.
Cursos livres, pós-graduação, MBA, mestrado profissional ou formação in company: entenda as diferenças e descubra qual caminho combina com seus objetivos de carreira.
O artigo compara os principais cursos de sustentabilidade e mostra qual formato combina com cada momento da carreira. Também apresenta critérios como profundidade técnica, aplicação prática, corpo docente e reconhecimento institucional para orientar uma escolha mais estratégica.
Até que ponto as soluções baseadas na natureza podem aumentar a oferta de água em uma das mais importantes bacias hidrográficas brasileiras?
Plantar árvores e melhorar a qualidade do solo são as melhores estratégias para garantir resiliência na produção de água na bacia Atibainha, uma das cinco que formam o Sistema Cantareira. A informação é do artigo recém-publicado na revista Earth/MDPI que tem como primeira autora Letícia Duarte, mestra pela ESCAS.

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