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O Brasil se prepara para colocar o mercado regulado de carbono em operação: consulta pública define os setores que entrarão no SBCE a partir de 2027 e abre uma janela estratégica para profissionais e empresas se prepararem.
O Ministério da Fazenda abriu consulta pública sobre a cobertura setorial do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), definindo quais setores estarão sujeitos ao monitoramento, relato e verificação (MRV) de emissões e em que ordem. A primeira etapa está prevista para 2027 e inclui setores como papel e celulose, ferro e aço, cimento, alumínio, petróleo e gás, refino e transporte aéreo. Outras atividades entram em 2029 e 2031. As contribuições podem ser enviadas até 28 de agosto de 2026, e a regulamentação final é esperada ainda este ano. O cenário reforça a importância de profissionais preparados para atuar com inventários, monitoramento, certificação e projetos de carbono antes que as novas exigências regulatórias entrem em vigor.
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A publicação conta a história da jiboia-do-ribeira, espécie endêmica da Mata Atlântica que passou mais de 60 anos sem ser encontrada viva. O texto mostra como o envolvimento das comunidades locais, o monitoramento científico e uma pesquisa de mestrado da ESCAS/IPÊ vêm ampliando o conhecimento sobre a espécie e transformando dados de campo em ações práticas de conservação.
Cursos livres, pós-graduação, MBA, mestrado profissional ou formação in company: entenda as diferenças e descubra qual caminho combina com seus objetivos de carreira.
O artigo compara os principais cursos de sustentabilidade e mostra qual formato combina com cada momento da carreira. Também apresenta critérios como profundidade técnica, aplicação prática, corpo docente e reconhecimento institucional para orientar uma escolha mais estratégica.
Até que ponto as soluções baseadas na natureza podem aumentar a oferta de água em uma das mais importantes bacias hidrográficas brasileiras?
Plantar árvores e melhorar a qualidade do solo são as melhores estratégias para garantir resiliência na produção de água na bacia Atibainha, uma das cinco que formam o Sistema Cantareira. A informação é do artigo recém-publicado na revista Earth/MDPI que tem como primeira autora Letícia Duarte, mestra pela ESCAS.

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